Casal da Fonte | Castas
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Castas

Casal da Fonte

TOURIGA NACIONAL

Também conhecida como Preto Mortágua e Azal Espanhol, é considerada a mais nobre de Portugal, tendo a sua área de cultivo sido alargada a países como Estados Unidos e Austrália.
Com cachos pequenos e bagos arredondados de cor negra-azul, faz vinhos elegantes, intensos, com taninos finos e estruturados. Tem uma capacidade rara para estágio prolongado, conferindo grande longevidade aos vinhos.

TOURIGA FRANCA

Originalmente conhecida como Touriga Francesa, é uma casta de excelente qualidade, que tem vivido à sombra da Touriga Nacional, mas finalmente o seu valor enológico está a ser reconhecido.
Produz vinhos fortemente estruturados, que juntam elegância, complexidade e solidez com finos aromas florais. A sua estrutura tânica é aveludada, mas firme. Com potencial para um estágio prolongado, não admira que a Touriga Franca seja uma das preferidas.

ARAGONEZ

Esta é uma variedade reconhecida tanto em Portugal sob dois apelidos, Aragonês e Tinta Roriz, como pelos produtores espanhóis onde é conhecida como Tempranillo.
É mencionado por Herrera em 1513, sendo que sua primeira descrição, em Portugal, data de 1822.
Produz vinhos ricos, vivos e robustos, com um perfil aromático de frutas vermelhas maduras e especiarias. Muito utilizado em vinhos de lote, possui grande potencial, quando colhido cedo, para a produção de vinhos rosés.

TRINCADEIRA

Conhecida também por Tinta Amarela, mas regionalmente como Castiço, a Trincadeira produz grandes vinhos com excelente acidez, taninos suaves e aromas abundantes e intensos de ameixa preta e amora em compota, resultando em vinhos elegantes e bem equilibrados, com uma textura agradável e uma suave nota floral.

É uma casta de difícil cultivo, extremamente sensível em locais com alguma humidade, mas com condições favoráveis, dá origem a grandes vinhos.

CABERNET SAUVIGNON

Casta de origem francesa, em Bordeaux, a Cabernet Sauvignon é considerada a rainha das uvas tintas, sendo uma das mais difundidas no mundo.
Com um amadurecimento tardio dos bagos, produz vinhos muito tintos, taninos firmes, com alguma acidez, facilmente reconhecido pelo seu aroma de cassis, especiarias e pimentos verdes.
Tem um alto potencial para estágio prolongado, sendo muitas vezes envelhecido em carvalho.

FERNÃO PIRES

Também conhecida como Maria Gomes, é uma das castas brancas mais cultivadas em Portugal, devido à sua qualidade enológica mais que comprovada.

Origina vinhos frutados, com notas florais agradáveis ao paladar e com bom teor alcoólico. Apesar de sua baixa acidez, apresenta uma boa estrutura e complexidade, características que lhe proporcionam estágios prolongados.

Sendo uma casta muito versátil, permite produzir diferentes vinhos desde os espumantes ou, quando vindimada em colheitas tardias, vinhos doces.

ARINTO

Arinto, também conhecida por Pederna, Pé de Perdiz Branco, Chapeludo, Cerceal, Espanhol Azal, Galego Azal e Espanhol Branco, é uma das castas nativas mais antigas de Portugal.
Proporciona vinhos vibrantes e de acidez viva, refrescantes e com forte pendência mineral. É frequentemente utilizada na produção de vinhos de lote e vinho espumante.
Com um excelente potencial de envelhecimento, os seus vinhos podem ser apreciados por longas décadas. O aroma é relativamente discreto, com notas de maçã verde e limão, com um toque aveludado.

TRINCADEIRA DAS PRATAS

Referida em 1712 (Alarte), também conhecida como Tamarez de Santarém.
A sua susceptibilidade a alguns fungos e geadas tardias fez com que o seu cultivo não fosse muito expressivo no panorama do vinho português, sendo muito abaixo do que seria de esperar para uma casta com um elevado potencial enológico. É uma casta desafiante, que dá origem a vinhos de baixa coloração, muito aromáticos, com notas de frutas cítricas, pêra e ameixa branca, com um interessante perfil vegetal de ervas frescas.
A sua estrutura e equilíbrio também se adaptam ao envelhecimento em madeira.